** * * *Transformar o sonho em vida* * *

[[SukyPower]]-----Hasta la Victoria Siempre!

Segunda-feira, Março 27, 2006


(imagem k encontrei num site:www.inga.cx....vale a pena ver..n faço a minima o k dis, m tem umas imagens engraçadas!!!.=) xD)




Sinto falta da Capoeira!......Das rodas, do axé, da convivência, e da sensação de regeneração que tinha no fim de cada treinoi, no fim de cada roda!.....Sinto falta dos amigos, de aprender, de evoluir, sinto falta da Liberdade que a Capoeira me dá!......Das letras das musicas, do ritmo, da melodia, da revolução interior que é sentir-me verdadeiramente livre......
Toda a minha vida lutei e sempre hei-de lutar pela liberdade, pela paz, pela fraternidade, e a Capoeira é, para mim, tudo isso em cada toque, em cada canto, em cada jogo!
Um dia, (e isto é um sonho que não descanso em paz sem realizar) hei-de jogar Capoeira debaixo de todos os sóis, com todos os capoeiristas,à beira de todos os mares!.....E um dia, a Liberdade estará em todo o lado, e a Igualdade existirá de verdade! Um dia seremos todos iguais e Livres, e o Mundo será como uma grande (enorme, e infinitamente bela!) roda de Capoeira onde todos se respeitam e poem o ódio e os preconceitos de lado!


































[[SukY PoWeR!!!!!]]
Jinhus e abraços pa tdos!
Um grande Axé nessa vida*********************************Hasta Siempre!

Terça-feira, Março 07, 2006


A montagem (da cristina) das fotos do fim de semana do curso de formação ideologica=)
grande fim de semana e por isso ta aqiu um sonzinho dedicado aos camaradas que estiveram nakele curso :P
bjinhos p tds* * * ** ** * ** * *




"Os Índios da Meia Praia"

Aldeia da Meia Praia
Ali mesmo ao pé de Lagos
Vou fazer-te uma cantiga
Da melhor que sei e faco

De Montegordo vieram
Alguns por seu próprio pé
Um chegou de bicicleta
Outro foi de marcha à ré

Quando os teus olhos tropecam
No voo de uma gaivota
Em vez de peixe ve pecas de oiro
Caindo na lota

Quem aqui vier morar
Nao traga mesa nem cama
Com sete palmos de terra
Se constrói uma cabana

Tu trabalhas todo o ano
Na lota deixam-te nudo
Chupam-te até ao tutano
Levam-te o couro cabeludo

Quem dera que a gente tenha
De Agostinho a valentia
Para alimentar a sanha
De esganar a burguesia

Adeus disse a Montegordo
Nada o prende ao mal passado
Mas nada o prende ao presente
Se só ele é o enganado

Oito mil horas contadas
Laboraram a preceito
Até que veio o primeiro
Documento autenticado

Eram mulheres e criancas
Cada um com o seu tijolo
Isto aqui era uma orquestra
quem diz o contrario é tolo

E se a ma lingua nao cessa
Eu daqui vivo nao saia
Pois nada apaga a nobreza
Dos indios da Meia-Praia

Foi sempre tua figura
Tubarao de mil aparas
Deixas tudo à dependura
Quando na presa reparas

Das eleicões acabadas
Do resultado previsto
Saiu o que tendes visto
Muitas obras embargadas

Mas nao por vontade própria
Porque a luta continua
Pois é dele a sua história
E o povo saiu à rua

Mandadores de alta financa
Fazem tudo andar para tras
Dizem que o mundo só anda
Tendo à frente um capataz

Eram mulheres e criancas
Cada um com o seu tijolo
Isto aqui era uma orquestra
Quem diz o contrario é tolo

E toca de papelada
No vaivém dos ministérios
Mas hao-de fugir aos berros
Inda a banda vai na estrada